Os mandados foram expedidos pela Justiça Estadual de Minas Gerais e cumpridos pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo) e pela Polícia Civil de São Paulo.

Além dos dois engenheiros, também foram presos três funcionários da Vale, em Minas Gerais, diretamente envolvidos e responsáveis pelo empreendimento minerário e seu licenciamento. As prisões são temporárias e têm prazo de 30 dias.

A Justiça cumpre sete mandados de busca e apreensão em sedes de empresas e residencias de pessoas envolvidas. 

As autoridades investigam se os documentos feitos por empresas contratadas pela Vale, que atestavam a segurança da barragem, podem ter sido fraudados. 

Os nomes dos engenheiros não foram divulgados. 

Em nota, a Vale afirma que está colaborando com as autoridades.

"Referente aos mandados cumpridos nesta manhã, a Vale informa que está colaborando plenamente com as autoridades. A Vale permanecerá contribuindo com as investigações para a apuração dos fatos, juntamente com o apoio incondicional às famílias atingidas."

O rompimento da barragem I da mina do Córrego do Feijão deixou pelo menos 65 mortos até o momento. Além disso, as autoridades ainda buscam por 279 desaparecidos. 

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