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  • Brasil: 'Não vai ter mais radar escondido', afirma ministro da Infraestrutura

    Tarcísio de Freitas afirma que a pasta fez um acordo na Justiça para manter 1.000 radares em 2.200 trechos monitorados

    O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse que a renegociação dos contratos para instalação de radares eletrônicos nas rodovias federais gerou uma redução de praticamente dois terços de seu valor. Segundo ele, o ministério fez um acordo na Justiça para manter 1.000 radares em 2.200 trechos monitorados. 

    "Isso foi acordado, então estamos cumprindo a determinação do presidente Jair Bolsonaro e trazendo tecnicidade para colocação de equipamentos", disse.

  • Vaquejadas em debate na Câmara dos Deputados

    O Plenário da Câmara dos Deputados, apreciou o projeto que veio do Senado Federal que regulamenta as práticas da vaquejada, do rodeio e do laço no Brasil (PL 8240/17). Vários deputados do Democratas se manifestaram a favor da regulamentação da atividade, que já está respaldada por uma emenda constitucional (EC 96/2017), aprovada na legislatura passada.

    O deputado Paulo Azi (BA), que ponderou que teve a satisfação de relatar a PEC que instituiu as vaquejadas como patrimônio imaterial, considerou que “não há absolutamente quaisquer maus tratos aos animais que são utilizados nesse esporte, que é muito mais do que uma atividade esportiva. É uma atividade econômica, uma atividade que gera milhares de empregos para centenas de municípios do Norte e do Nordeste do País”.

    O deputado Efraim Filho (PB), defensor da vaquejada há anos, também se manifestou a favor dessa atividade cultural e ressaltou o cuidado com os animais envolvidos. “A intenção é regulamentar o bem-estar animal nesses eventos, como a obrigatoriedade de médico veterinário, juiz, tamanho mínimo de curral para evitar o confinamento”, disse ele.

    Por sua vez, Geninho Zuliani (SP), deputado eleito por São Paulo, fez questão de registrar o seu voto a favor da vaquejada e dos rodeios. Ele comentou sobre a experiência dele com tais atividades, destacando também o trato adequado com os animais: “sou testemunha, como criador de cavalos e participante de rodeios, da qualidade no trato com os animais”.

    O deputado Juscelino Filho (MA) disse que falta segurança jurídica para vaquejadas e rodeios, e que um projeto de lei pode resolver esse problema. Ele lembrou que o Congresso Nacional aprovou a PEC da Vaquejada, mas revelou que magistrados têm cancelado a realização destes eventos em função da falta de regulamentação da lei do bem-estar animal.

    Além dos deputados do Nordeste e do Sudeste, um representante do Norte se manifestou: o deputado Hélio Leite (PA). Ele reforçou os pontos tratados pelos demais parlamentares, como a geração de empregos, o respeito às tradições culturais e o trato responsável com os animais.

    De acordo com o texto aprovado no Senado, ficam reconhecidos o rodeio, a vaquejada e o laço como expressões esportivo-culturais pertencentes ao patrimônio cultural brasileiro de natureza imaterial, se

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  • Taxa de homicídios no Brasil cresce 4,2% em 2017

    Foto: Fernando Frazão

    A taxa de homicídios no Brasil aumentou 4,2% de 2016 para 2017, chegando ao recorde de 31,6 mortes para cada 100 mil habitantes. Segundo o Atlas da Violência 2019, divulgado hoje (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil teve 65.602 homicídios em 2017, um número absoluto 4,9% maior de que em 2016.

    O indicador aumentou puxado pelo crescimento dos crimes cometidos nas regiões Norte e Nordeste, onde a taxa passou de 45 homicídios por 100 mil habitantes.

    Para o presidente do Ipea, Carlos Von Doellinger, o estudo traz tendências preocupantes sobre a violência no país. Como economista, ele destacou que a violência também eleva os custos de se produzir no país, exigindo gastos públicos e privados que representam 5,9% do Produto Interno Bruto de 2016.

    "Isso é uma coisa impressionante e mostra o peso que temos que carregar" disse Doellinger, que sublinhou que além de se discutir o custo tributário e burocrático de se produzir no país, é preciso levar em conta esse peso da violência. "É a face mais cruel", lamentou.

    Norte e Nordeste

    O Ipea aponta a disputa de facções sediadas no Sudeste como um dos possíveis fatores que explicam o crescimento da violência no Norte e Nordeste. Duas grandes facções do Rio e de São Paulo buscam o controle dos mercados varejistas locais de substâncias ilícitas no Norte e no Nordeste, assim como o controle das rotas para o transporte das drogas.

    A diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança, Samira Bueno, destacou que o Brasil ocupa uma posição geográfica que o coloca entre os países produtores de cocaína – Colômbia, Peru e Bolívia – e os mercados da África e Europa. Para controlar essa rota, as facções do Sudeste criam laços com fações regionais do Norte e Nordeste.

    "Isso também se dá no contexto de fortalecimento das facções locais. Eles vão se associando às facções locais porque são elas que conhecem as rotas."

    De 2016 para 2017, 15 unidades da Federação tiveram queda na taxa de homicídios e 12 tiveram aumento – em sete delas, a alta foi maior que 10%. O Ipea destaca que o país vive dois movimentos diferentes, com uma redução da taxa em estados como São Paulo, Paraná e Minas Gerais, e um aumento no Norte e no Nordeste, com destaque para o Ceará, onde a taxa cresceu 48,2% no período analisado.

    O aumento do número de homicídios fez o Ceará superar São Paulo em números absolutos, apesar de o estado do Sudeste ter uma população cinco vezes maior. No estado nordestino, 5.433 pessoas foram mortas em 2017, enquanto, em São Paulo, o número caiu para 4.631.

    Jovens

    A população jovem (15 a 29 anos) foi a principal vítima de homicídios no Brasil, com 35.783 mortos em 2017, sendo 94,4% do sexo masculino. Enquanto a taxa de homicídios geral está em 31,6 por 100 mil habitantes, a de jovens chega a 69,9 assassinatos para cada 100 mil habitantes.

    Em nove unidades da Federação, essa taxa passa de 100 mortes por 100 mil habitantes: Rio Grande do Norte (152,3), Ceará (140,2), Pernambuco (133), Alagoas (128,6), Acre (126,3), Sergipe (125,5), Bahia (119,8), Pará (105,3) e Amapá (100,2).

    O Ceará também tem o maior crescimento da letalidade entre os jovens, com um aumento de 60% na taxa de homicídios.

    Os assassinatos foram a causa de 51,8% das mortes na faixa etária de 15 a 19 anos. Entre 20 e 24 anos, o percentual  chega a 49,4%, e, entre 25 e 29 anos, a 38,6%.

  • Confirmada morte do cantor Gabriel Diniz, do hit 'Jenifer', em queda de avião em Sergipe

    O cantor sertanejo Gabriel Diniz, de 28 anos, morreu após o avião em que ele estava cair na tarde desta segunda-feira (27), em uma região de mangue, no litoral de Sergipe. A aeronave vinha da cidade de Feira de Santana, no interior da Bahia.

    O cantor sertanejo se destacou no Carnaval deste ano com a música "Jenifer".

    No local do acidente foram encontrados documentos de Gabriel Diniz. Segundo a Polícia Militar, outras duas pessoas foram encontradas mortas no local após a queda do avião.

    O GTA sobrevoa o local do acidente, onde trabalham ainda equipes da PM e do Corpo de Bombeiros. Elas chegaram numa embarcação dos bombeiros, já que a área é de difícil acesso, de mangue e mata fechada.

    Confirmada morte do cantor Gabriel Diniz, do hit 'Jenifer', em queda de avião em Sergipe

    A queda do avião vai ser investigada pelo Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, com sede no Recife e que abrange o estado de Sergipe.

    Segundo documentos achados no local do acidente ao lado do passaporte de Gabriel Diniz, a aeronave é um monomotor Piper prefixo PT-KLO, com capacidade para quatro lugares e registrado em nome do Aeroclube de Alagoas.

    Uma moradora da região do acidente disse que o avião passou por cima da casa dela e caiu em seguida. Foi ouvido um estrondo nas imediações. (Informações do G1)

  • Governo publica decreto sobre armas; civis não podem adquirir fuzis

    Foto: Reprodução

    O governo federal publicou hoje (22) novo decreto que altera regras do Decreto nº 9.785, de 7 de maio de 2019, que trata da aquisição, cadastro, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo no país. Em nota, o Palácio do Planalto informou que as mudanças foram determinadas pelo presidente Jair Bolsonaro “a partir dos questionamentos feitos perante o Poder Judiciário, no âmbito do Poder Legislativo e pela sociedade em geral”.

    novo decreto (nº 9.797, de 21 de maio 2019) está publicado no Diário Oficial da Uniãodesta quarta-feira (22).

    Entre as alterações está o veto ao porte de armas de fuzis, carabinas ou espingardas para cidadãos comuns. Além de mudanças relacionadas ao porte de arma para o cidadão, há outras relacionadas à forças de segurança; aos colecionadores, caçadores e atiradores; ao procedimento para concessão do porte; e sobre as regras para transporte de armas em voos, que voltam a ser atribuição da Agência Nacional de Aviação Civil.

    Também foram publicadas hoje retificações no decreto original que, segundo a Presidência, corrige erros meramente formais no texto original, como numeração duplicada de dispositivos, erros de pontuação, entre outros.

  • Justiça bloqueia bens de Alckmin e de executivos ligados a Odebrecht

    Foto: Reprodução

    A Justiça de São Paulo bloqueou hoje (15) bens, contas bancárias e veículos em nome do ex-governador Geraldo Alckmin, e de quatro executivos ligados a empreiteira Odebrecht. Na decisão, do juiz da 13ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça de São Paulo, Alberto Alonso Munoz, é requerido o bloqueio até o limite de R$ 39,7 milhões. 

    “[Determino] o bloqueio de todos os veículos licenciados em nome dos demandados, por intermédio do Sistema Renajud; o bloqueio de todas as contas-correntes e aplicações financeiras dos demandados, por intermédio do sistema Bacenjud, até o total de R$ 39.749.874,00”, diz trecho da decisão. 

    Na ação do Ministério Público de São Paulo que pediu o bloqueio dos bens, Alckmin é acusado do recebimento de R$ 7,8 milhões da Construtora Odebrecht em doações não declaradas à Justiça Eleitoral para a campanha ao governo estadual em 2014. O valor não está corrigido.

    A própria Odebrecht também é acusada na ação de praticar atos de corrupção. De acordo com a ação, foram feitos nove pagamentos em dinheiro vivo de abril a outubro de 2014. Os recursos eram repassados em um hotel a um emissário do responsável pelas finanças da campanha de Alckmin. 

  • No 7º dia após desastre, esperança diminui e número de vítimas aumenta

    Foto: Washington Alves/Reuters/Direitos reservados

    No sétimo dia de buscas por vítimas do desastre causado pelo rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte, as autoridades contabilizam 99 mortos e 259 desaparecidos. O número de vítimas aumenta na proporção que a esperança diminui. Bombeiros experientes relatam que há dificuldades devido ao mar de lama que tomou conta da região.

    Os trabalhos de resgate começam diariamente, por volta das 4h, e vão até a noite. A barragem B6, com água, segue monitorada 24 horas, sem risco de rompimento. Um plano de contingência, entretanto, foi elaborado de forma preventiva.

  • Engenheiros que atestaram segurança de barragem são presos

    Os dois mandados foram expedidos pela Justiça de Minas Gerais e cumpridos na cidade de São Paulo

    Dois engenheiros que teriam atestado a segurança da barragem que rompeu em Brumadinho (MG) foram presos na manhã desta terça-feira (29) na zona sul de São Paulo. A informação foi confirmada pela Record TV.

    Os mandados foram expedidos pela Justiça Estadual de Minas Gerais e cumpridos pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo) e pela Polícia Civil de São Paulo.

    Além dos dois engenheiros, também foram presos três funcionários da Vale, em Minas Gerais, diretamente envolvidos e responsáveis pelo empreendimento minerário e seu licenciamento. As prisões são temporárias e têm prazo de 30 dias.

    A Justiça cumpre sete mandados de busca e apreensão em sedes de empresas e residencias de pessoas envolvidas. 

    As autoridades investigam se os documentos feitos por empresas contratadas pela Vale, que atestavam a segurança da barragem, podem ter sido fraudados. 

    Os nomes dos engenheiros não foram divulgados. 

    Em nota, a Vale afirma que está colaborando com as autoridades.

    "Referente aos mandados cumpridos nesta manhã, a Vale informa que está colaborando plenamente com as autoridades. A Vale permanecerá contribuindo com as investigações para a apuração dos fatos, juntamente com o apoio incondicional às famílias atingidas."

    O rompimento da barragem I da mina do Córrego do Feijão deixou pelo menos 65 mortos até o momento. Além disso, as autoridades ainda buscam por 279 desaparecidos. 

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  • PGR pede condenação de Geddel Vieira Lima a 80 anos de prisão

    Foto: Reprodução

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu hoje (9) a condenação do ex-ministro e ex-deputado Geddel Vieira Lima a 80 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

    Ela também pediu a condenação do deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA) a 48 anos e seis meses de prisão, pelos mesmos crimes.  Ele é irmão de Geddel e não conseguiu se reeleger nas últimas eleições.

    O pedido foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nas alegações finais da ação penal relacionada aos R$ 51 milhões em espécie encontrados no apartamento de um amigo de Geddel em Salvador. Ele foi preso preventivamente em 8 setembro do ano passado, três dias após o dinheiro ser encontrado, e encontra-se hoje na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal.

    A PGR pediu que seja mantida a prisão preventiva de Geddel até o julgamento do caso. A defesa solicitou a soltura dele por já estar encerrada a fase de instrução processual, razão pela qual ele não mais representaria ameaça às investigações, segundo os advogados.

    Para Raquel Dodge, Geddel “já deu mostras suficientes do que, em liberdade, é capaz de fazer para colocar em risco a ordem pública e vulnerar a aplicação da lei”, razão pela qual deve continuar preso. Ela citou também o risco de fuga.

    A matriarca da família, Marluce Vieira Lima, também era ré na mesma ação penal, mas em novembro o relator do processo, ministro Edson Fachin, desmembrou a parte relativa a ela no caso, que deverá agora ser julgado pela 10a Vara Federal da Bahia.

    As alegações finais são um dos últimos passos antes do julgamento, que deve ocorrer na Segunda Turma do STF, embora ainda não haja data marcada.

    No documento de 85 páginas, a PGR pede também a condenação do empresário Luiz Fernando Machado a 26 anos de prisão. Ele seria cúmplice dos irmãos Vieira Lima na lavagem de R$ 12,7 milhões, entre os anos de 2011 e 2016, por meio de sete contratos relativos a empreendimentos imobiliários. 

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  • Lula se compara a Tiradentes em alegações finais no processo do sítio de Atibaia

    O ex-presidente Lula voltou a se comparar a Tiradentes, líder da Inconfidência Mineira, que ele já havia classificado em outra ocasião como “primeiro herói nacional”.
    Desta vez o ex-líder do Partido dos Trabalhadores (PT) usou as alegações finais do processo referente ao sítio de Atibaia, no interior de São Paulo, para voltar a se comparar ao histórico personagem mineiro.

     

    Lula se compara a Tiradentes em alegações finais no processo do sítio de Atibaia

    ”Eu sei como é que vou passar pra história. Eu não sei como eles vão passar. Não sei se eles vão passar pra história como juízes ou como algozes. Não sei. O herói não é o cara que enforcou Tiradentes. Foi o enforcado que virou herói. ”, disse Lula.
    Entretanto, o ex-presidente condenado esqueceu que em 2010 defendeu a alta de impostos como forma de garantir um ”Estado presente e forte”, em discurso feito no encerramento do Seminário de Alto Nível da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), em Brasília.

  • Defesa de Lula vai ao STF para ampliar prazo de substituição de candidato à Presidência

    Foto da Internet

    A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta segunda-feira (10) um novo pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ampliar o prazo de substituição do candidato do PT na corrida à Presidência da República.

    O objetivo mais imediato é adiar o prazo de substituição desta terça (11) para o próximo dia 17 de setembro, segunda-feira da próxima semana. O pedido será analisado pelo ministro Celso de Mello, responsável pelo caso no STF.

    Os advogados haviam feito o mesmo pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas a presidente da Corte, Rosa Weber, negou a prorrogação do prazo. Na mesma decisão, a ministra enviou o recurso extraordinário da defesa, que discute a inelegibilidade do petista, para apreciação do STF.

    "Não há como aguardar a análise do tema [recurso extraordinário] pelo plenário desta Corte. Não há tempo. Ou se tem uma decisão até o próximo dia 11 de setembro – deadline imposto pelo acórdão recorrido, em outra guinada jurisprudencial – ou a candidatura de Lula será enterrada viva", afirmou a defesa.

    A defesa também pediu que Celso de Mello leve ao plenário do STF um pedido para suspender, de forma provisória (liminar), a decisão do TSE que rejeitou sua candidatura, de modo a permitir a Lula disputar as eleições deste ano.

     

    Novos pedidos

     

    Ainda na manhã desta segunda (10), o Partido Novo, um dos que contestaram a candidatura de Lula no TSE, pediu ao STF que rejeite os novos pedidos da defesa do petista.

    A legenda sustenta que deve ser mantida a decisão do TSE que estabeleceu prazo até terça (11) para a substituição da candidatura. Argumentou que o petista "busca obscurecer a vontade do eleitor", "levando às últimas consequências sua disposição para desafiar as ordens" do TSE.

    "Busca estender o tempo de exposição de candidatura que não apresenta viabilidade alguma, fazendo crer ao eleitor – justamente o menos informado – que é candidato", diz o pedido da legenda.

     

     

     

    Fonte: G1

  • Bolsonaro precisará de cirurgia para reconstruir trânsito intestinal

    Foto da Internet

    Internado há três dias em São Paulo, o candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, precisará passar por uma nova cirurgia de grande porte, “posteriormente”, para reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia, feita em função de lesões graves no intestino grosso e delgado, informou boletim médico do Hospital Albert Einstein, divulgado às 10h de hoje (10).

    A nota não informa em que momento essa cirurgia será feita. De acordo o boletim médico, Bolsonaro permanece sem sinais de infecção, recebendo o suporte clínico, fisioterapia respiratória e motora e alimentação exclusivamente endovenosa.

    Bolsonaro foi atingido por uma faca na região abdominal na última quinta-feira (6), quando participava de uma atividade de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Segundo o hospital, quatro dias após o ferimento, o estado do candidato ainda é grave e ele permanece em terapia intensiva.

    "O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e com paralisia intestinal que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais. Ontem, havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje", diz o boletim médico.

    Equipe

    Fazem parte da equipe médica do candidato o cirurgião Antônio Luiz Macedo, o clínico e cardiologista Leandro Echenique e o diretor-superintendente do hospital, Miguel Cendoroglo.

    Bolsonaro foi transferido para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, onde deu entrada por volta das 10h45 de sexta-feira (7). Ele saiu da Santa Casa de Juiz de Fora (MG), onde recebeu os primeiros atendimentos após a facada, e passou por cirurgia. O candidato foi transferido para São Paulo a pedido da família.

     

     

    Fonte: Agência Brasil

  • PF continua investigando se há mais envolvidos em ataque a Bolsonaro

    Foto: Reprodução/Agência Brasil

    Com a quebra do sigilo telefônico e de dados, a Polícia Federal vai aprofundar as investigações sobre Adélio Bispo de Oliveira, que confessou ter esfaqueado, na última quinta-feira (6), o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), em Juiz de Fora (MG). Ainda não foi revelado quem está pagando os honorários dos quatro advogados que o defendem –.Fernando Magalhães, Zanone Oliveira Júnior, Marcelo da Costa e Pedro Possa.

    Os advogados disseram que foram contratados por um fiel da igreja Testemunhas de Jeová de Montes Claros, frequentada pela família de Adélio. Em comunicado à imprensa, a igreja Testemunhas de Jeová no Brasil disse que não contratou os advogados e que nem Adélio nem sua família são seguidores da igreja. "Portanto, a declaração do advogado de que foi contratado por Testemunha de Jeová, conforme veiculada pela mídia, não é verídica", diz a nota.

    Polícia Federal investiga se há mais envolvidos

    A Polícia Federal (PF) está investigando se Adélio recebeu ajuda para praticar o ato. Mais duas pessoas, sendo que uma está internada após se envolver em uma briga durante a agressão, são suspeitas de participação no ataque ao candidato.

    A investigação vai levantar se Adélio agiu sozinho e como se mantinha na cidade, onde estava hospedado em uma pensão. Ele pagou adiantado R$ 400 pelo maior quarto da hospedagem. A PF poderá rastrear a movimentação de Adélio a partir da quebra de seu sigilo telefônico, autorizada pela juíza Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho, da 2ª Vara Federal de Juiz de Fora.

    A magistrada converteu a prisão em flagrante de Adélio em prisão preventiva, sem prazo determinado. O agressor foi transferido para o presídio federal de segurança máxima de Campo Grande (MS), onde está em uma cela individual, para resguardar sua integridade física.

    A defesa de Adélio descarta a participação de outras pessoas no ataque a Bolsonaro, inclusive de um mentor intelectual. Os advogados disseram que ele agiu sozinho e de rompante. A ideia de atacar o candidato, segundo a defesa, surgiu três dias antes, e Adélio foi estimulado pelo discurso de Bolsonaro sobre quilombolas.

    Mas a familia de Jair Bolsonaro tem falado, sem apontar indícios, em  "crime premeditado".

     

     

    Fonte: Agência Brasil

  • Fundador das farmácias 'Pague Menos' é preso por crime contra sistema financeiro

    Foto: Reprodução/Bahia Notícias

    O empresário Deusmar Queirós foi preso na manhã deste domingo (9). Fundador da rede de farmácias Pague Menos, ele se entregou na sede da Polícia Federal no Ceará, no bairro Aeroporto, em Fortaleza. Segundo o jornal O Povo, a prisão decorre de condenação do empresário em 2010 por crimes contra o sistema financeiro. A pena para o crime é de 9 anos e 2 meses.

    A decisão foi do desembargador federal Alexandre Costa de Luna Freire, que estava no plantão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ainda segundo a publicação cearense, um Habeas Corpus impetrado pela defesa do empresário foi negado. Desde a decisão indeferindo o Habeas Corpus, ele teria 48h pra se apresentar.

    Um recurso da defesa de Deusmar já tinha sido feito no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), em Recife, e no STJ. No entanto, houve trânsito da condenação dos recursos nas duas cortes, com idas e voltas, se encerrando agora com a execução da detenção. A defesa do empresário deve se pronunciar.

     

    Fonte: Bahia Notícias

  • ONU lança iniciativa para proteger defensores ambientais

    Imagem ilustrativa

    A Organização das Nações Unidas – Meio Ambiente lançou hoje (3), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, a Iniciativa da ONU de Defensores Ambientais, reafirmando seu compromisso com questões de direitos ambientais e reiterando os esforços para proteger defensores do meio ambiente de intimidações, ameaças e assassinatos.

    O objetivo da iniciativa, lançada em resposta à escalada de violência contra ativistas ambientais, é esclarecer ao público o que são os direitos ambientais e como defendê-los, além de oferecer uma estratégia para combater as ameaças, intimidações, assédio e assassinatos de ambientalistas em todo o mundo.

    A Global Witness, organização internacional dedicada a denunciar abusos de direitos humanos, participou do lançamento e aproveitou a oportunidade para divulgar seu mais recente relatório, que coloca o Brasil como o país mais perigoso para os defensores.

    “Ano após ano, em uma amarga luta pela terra, mais ambientalistas e defensores são mortos no Brasil do que em qualquer outro lugar do mundo. Nossos dados mostram que em 2017, 57 defensores foram mortos no país, 25 deles durante três assassinatos em massa”, disse Billy Kyte, líder da campanha dos defensores da Global Witness.

     

     

    Fonte: Agência Brasil